segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

MAGIC MOMENTS 136

Killer Quotes 13
kfldçf
"Miau!"

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O ano: 1992
slças
A protagonista:
Michelle Pfeiffer
dkjfkdls
O Personagem: Catwoman
slaçs ks
O Filme:
Batman Returns
salkslç
A história:
Quando um homem de negócios corrupto e o grotesco Pinguim se juntam para tomar controlo de Gotham City, só Batman pode impedi-los. Entretanto, a Catwoman anda a congeminar os seus próprios planos.
df.saf
O Contexto: Antes de rebentar com tudo pelos ares, Catwoman profere o seu miado.
çldsf
Os Efeitos: Será provavelmente o miado mais sensual da história, do cinema e não só.
dfkdlçflf-dlfaslkalçs
O significado:
Bom ... o significado, significado, só a Catwoman poderá explicá-lo. Eu penso que tem algo a ver com "Ó p'ra mim que sou tão mázinha e tão sensual e tão 'não me chateiem' ".
pfdfl

domingo, 30 de janeiro de 2011

Here I Go Again On My Own

Júpiter, Saturno, Urano e Neptuno X
dlkfdçslf

Macro testa
dfçdskjf
"Nada, nada mesmo?"
"Népias. Não sei quem sou."
"Hmmmm. Interessante."
"Não é nada interessante. Nada mesmo. Nem do meu nome me lembro."
"Já tinha visto muitas coisas acontecerem a quem se mete com o raio do Techi, mas isto nunca. Hmm Hmm.", e Selfid abanou a cabeça, "Vamos pousar um pouco.", apontou com a cabeça para um terraço suspenso cheio de vegetação luxuriante."
"Onde é que estou exactamente?", detestava admiti-lo mas aquelas asas faziam-no sentir-se ...
"Como?"
"Hãm?"
"Como é que as asas te fazem sentir?"
"Ah! Ahhh ... livre."
Selfid sorriu.
"Podia ter-te dado de albatroz, mas achei que ainda não estás preparado para tamanha responsabilidade. Mais a mais, com asas de albatroz não terias tanta flexibilidade. Andamos atulhados. Bom, vamos lá a ver. Proponho o seguinte - explico-te tudo o que sei. Talvez assim até te ajude a recuperares a memória, se é que existe alguma coisa para ser recuperada."
C. piscou os olhos. Era um vazio. Nada. Era como se tivesse acabado de nascer há umas horas atrás. A sensação era ao mesmo tempo aterradora e ... leve.
"Pois. Olha, vamos começar pelos pensamentos. Tens que aprender a não projectá-los. Se bem que ... até estou a gostar de os ver. O problema é que andam por aqui muitas criaturas estranhas e é preciso que te protejas. Pelo menos enquanto não solucionarmos o problema da memória."
"Sim. Explica-me."
"Fazes assim. Alguma vez fizeste meditação?"
C. piscou os olhos novamente.
"Pois, não. Quer dizer, mesmo que tenhas feito não te lembras. Pergunta estúpida", soltou um novo riso cristalino. "Na meditação aprendes a não pensar em nada. Aqui tens que fazer o reverso. Ou seja, em vez de não pensares em nada, tens que tentar pensar em muitas coisas ao mesmo tempo e assim nenhum dos pensamentos consegue ser projectado para fora e ser visto por toda a gente. Percebes?"
"Mais ... ou menos ..."
"Tenta."
C. fez várias tentativas mas havia sempre várias palavras que conseguiam escapar.
"Bom, isto é uma questão de prática. Tens que praticar. E enquanto não conseguires dominar a coisa, não te expomos demasiado. Adiante."
"Vais-me explicar onde estou?"
"Vou-te explicar tudo. Onde estás. Onde estamos. De onde viemos.", soltou nova gargalhada, "Pareço uma daqueles cassetes de auto-ajuda."

sábado, 29 de janeiro de 2011

Fobia #1

Fobia
s.f. Em linguagem comum, é o temor ou aversão exagerada ante situações, objectos, animais ou lugares. Sob o ponto de vista clínico, no âmbito da psicopatologia, as fobias fazem parte do espectro das doenças de ansiedade com a característica especial de só se manifestarem em situações particulares. São três, os tipos de fobias: Agorofobia - Medo de estar em lugares públicos concorridos, onde o indivíduo não possa retirar-se de uma forma fácil ou despercebida. Fobia Social - Medo perante situações em que a pessoa possa estar exposta a observação dos outros, ser vítima de comentários ou passar perante uma situação de humilhação em público. Fobia Simples - Medo circunscrito diante de objectos ou situações concretas.
fºçdº~fç
[B .... ]
1. É a primeira fobia de todas, a maior e mais peçonhenta, por isso vai já em primeiro lugar para me livrar dela o quanto antes
2. Nem sequer consigo dizer a palavra
3. Nem dizer, nem escrever
4. Pôr fotografia aqui, ainda tentei ir ao google, mas assim que apareceram todas em cascata tive que fechar a janela - por isso, conseguir fazer "Guardar Como" e inserir aqui não foi humanamente possível
5. A palavra tem 6 letras, começa com "B" e acaba em "a"
6. São uns seres vivos asquerosos, pretos ou castanhos, do género dos insectos
7. Pronto, para bom entendedor meia palavra basta
8. Nem vê-las!!!!!!!!!! Nem de perto nem de longe. Nada. Népias.
9. Fico-me por aqui.
10. Ufff! Isto custou, mas já está despachado!

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

AS PESSOAS DE ANDRÓMEDA

HOMER SIMPSON

dlfdçs


~dfdfºds

O homem que todos nós somos, mas fingimos que não

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Macro Secrets 67

kvlçxkvk

Intelectually mature, emotionally imature

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

PALAVRAS ESTÚPIDAS 125

Dúvida Existencial # 20djsakl
lfkjds

jlkjl
Porque é que os treinadores de futebol falam sempre na terceira pessoa quando estão a falar deles próprios?

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

MURMURS FROM IRELAND IX

Pubs
ldfkkçlf

f.jdsf
Os irlandeses gostam de beber, é sabido.
Também gostam de conviver, está provado.
Adoram combinar as duas coisas, especialmente ao final do dia, antes ou depois de comerem bem.
l~ldgç~
glç~fgl
Se for possível juntar a isto tudo umas pitadas de boa música, melhor.
Qual é o melhor sítio onde se pode encontrar isto tudo?
Num Pub. A palavra significa isso mesmo "Public Place".
dklfçdlfk
g~flç~g
E os irlandeses fazem por que se repare neles.
Com cores, com flores, com campainhas, é difícil passar por um sem repararmos nele - o som da vida sai de lá de dentro, o som de risos, de tilintares de talheres, de chocalhar de copos, de risos e brindes e canções e alegria e convívio.
~fçgl~dfçg
~fçgl~fçd
Os irlandeses têm um ditado que acho adorável: um estranho é só um amigo que ainda não conhecemos.
fçglç~dfg

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

MAGIC MOMENTS 135

Killer Quotes 12
kfldçf
"I can't get no satisfaction."
dkfjdsk

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O ano: 1965
slças
O protagonista:
The Rolling Stones
slaçs ks
A Canção:
(I Can't Get No) Satisfaction
salkslç
A história:
Escrita nos EUA em 1965, foi considerada em 2004 pela revista Rolling Stone como a segunda das 500 melhores canções de sempre (a primeira é "Like a Rolling Stone" de Bob Dylan).
salksl saçlças
Os Efeitos:
Não deve haver ninguém no mundo (incluindo as tribos masai) que não tenha já ouvido esta canção. A letra é absolutamente universal.
ldfkdlçflf-dlfaslkalçs
O significado:
Não há nada que me satisfaça. Não vou baixar os braços. Não vou engolir qualquer coisa que me sirvam. Não me vou cansar de exigir o melhor para mim e para o mundo.
pfdfl

domingo, 23 de janeiro de 2011

Here I Go Again On My Own

Júpiter, Saturno, Urano e Neptuno IX
fkdf
Macro Pena Gaivota
dflçkdsf
Sheila ou Selfid elevou-se no ar e abanou as asas azuis, esvoaçando em seu redor. Parecia estar à procura de algo. Finalmente quando pousou de novo, tinha umas asas gigantes de gaivota nas mãos.
"Asas. Um bom par delas, é o que precisas."
C. olhou para as asas, desconfiado. Para que precisava ele daquilo? E porque carga de água é que ela estava a falar numa língua que ele entendia perfeitamente? Só não conseguia dizer qual era. Aliás ...
Selfid aproximou-se e colocou-lhe as asas nas costas. Costas? Mas desde quando é que ele tinha costas? Espera ... Apalpou-se. Mas como raio é que se conseguia apalpar? Olhou para um par de mãos que lhe saíam de um par de braços. Havia aqui qualquer coisa que não estava a bater certo, mas ele não conseguia apontar o dedo exactamente ao que era.
Olhou em seu redor. Estavam numa espécie de salão enorme, com candelabros pendurados por todos os lados, que projectavam uma luz reconfortante. As janelas estavam decoradas com vitrais coloridos e havia cortinados esvoaçantes por todo o lado. Ouvia-se uma música suave e havia mais formas a esvoaçarem por ali, mas C. não conseguia perceber o que eram.
Quando deu por si estava no ar, e Selfid esvoaçava novamente, desta vez ao seu lado.
"Mas onde é que eu estou?"
"Já te disse. No meu castelo. Mas existem muito mais coisas no meu País."
No meu País? ...
"Não projectes os pensamentos. Consigo vê-los todos."
"Projectar os pensamentos? ..."
"Sim. Depois ensino-te como se faz isso. Ou como não se deve fazer.", e Selfid lançou uma risada mimosa para o ar. Ao mesmo tempo que ela se riu, notas musicais sairam-lhe da boca e o dragão azul ficou envolvido numa espécie de pauta musical flutuante.
"Mas isso fica para depois. Agora vais-me contar tudo."
Tudo? Tudo o quê?
"Tudo o que se passa contigo. Quem és, de onde vens, como vieste aqui parar e, sobretudo, como raio é que foste parar às mãos daquele esquisitóide do Techi."
Estaria a referir-se a Saturno.
"Saturno?"
"Deve ser."
"Onde é que ele está?"
"Dentro duma jaula na masmorra do castelo.", Selfid riu-se outra vez.
E C. apercebeu-se de repente que não fazia a menor ideia de como haveria de responder às perguntas do dragão. Não se lembrava absolutamente de nada do que lhe tinha acontecido ou do que era antes de encontrar o planeta.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Fetiche #50

Fetiche
Nome masculino > 1. Objecto a que se presta culto por se atribuir poder mágico ou sobrenatural > 2. figurado. aquilo a que se dedica um interesse obssessivo ou irracional > psicologia. objecto gerador de atracção ou excitação sexual compulsiva.
fºçdº~fç

“God bless America. God save the Queen. God defend New Zealand and thank Christ for Australia.” - Russell Crowe
fkdlçfkldsºd ~



ksçld
[Russell Crowe]
1. E eu acrescento: And praise the Lord almighty for Russell Crowe! > 2. Termino esta série de fetiches com o maior deles todos > 3. É-me completamente impossível resistir a este focinho > 4. Já tentei, juro que já tentei curar-me desta doença > 5. Já racionalizei que tenho 38 anos e que não tenho idade para estas coisas - não resultou > 6. Já ultrapassei em largos anos o prazo de validade de qualquer obssessão que já tive na vida - mesmo assim ele insiste em persistir > 7. Já o tentei substituir por outros, mais altos, com sotaques menos execráveis, com risos muito mais sensuais - não conseguem apagá-lo > 8. Já o vi gordo, feio, com cabelos brancos e de óculos, balofo, a rir-se que nem um estúpido, a cantar mal como o caraças, mas não consigo ficar-lhe com pó > 9. Não consigooooooo!!!!!!! > 10. Russell, baby, I LOVE YOU! YOU'RE THE BEST, I'M CRAZY FOR YOU, I WORSHIP YOU!
lkfçldf
= FIM =

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

AS PESSOAS DE ANDRÓMEDA

Galileu Galilei
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dkflldk
Um génio forçado a negar-se

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Macro Secrets 66

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The heart is a lonely place

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

PALAVRAS ESTÚPIDAS 124

Vanity Fair
fkfdklgj klgj



dlfkçdf
I hate vain men, Charlie. I do. Really.
Vain men are probably one of the worst plagues the world has ever known.
I mean, vanity in a woman is also bad, but it's not that bad.
Vanity in a guy ... it's absolutely infuriating!
You're not vain at all, Charlie. And that's one of the reasons why I like you so much.
When a guy is vain, he only listens to what he says, only talks about himself and chockes with praise. He walks around like he's some kind of peacock and there is nothing less atractive than a guy who loves himself and thinks either that he's god's gift to women or an intelectual genius.
In fact, the self proclaimed intelectual geniuses are the worst, really. They loooooove to have an audience, hate to be interrupted by something that is not their own voice, think they're soooo funny with their self professed inteligent humour and, worst of all, walk around as if they're always a little above the rest of us scumbags, believing deep down themselves (well, actually, not that deep down) that the world has no idea of their absolute genius.
Usually they end up having to suck up to a lot of asses, so they can pay their rent ...
kdfdsçlkf

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

MURMURS FROM IRELAND VIII

Desperately Looking for U2
jdklfjl

jfdsklf
Procurar os U2 em Dublin não é nada fácil.
Razões: os meninos são ultra-discretos e os seus conterrâneos velam bem por isso.
Saber onde os meninos param? Literalmente impossível, até porque não vivem em Dublin.
Bono tem uma casa a poucos quilómetros da cidade, por onde o comboio passa, e pode ser vista daí mesmo, do comboio. De qualquer forma, na altura em que lá estive os meninos estavam em tournée na Itália.
ºçlkº

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Há um hotel de que os meninos são donos, mas perguntas sobre o quarteto só recebem um abanar de cabeça meio escandalizado da recepcionista.
klçkç
lçkçlk
Encontrar o velho estúdio onde os meninos gravaram os primeiros discos, foi um bico de obra, mas lá conseguimos. Do outro lado da cidade, no meio de um bairro degradado, onde uma simpática Dublinense nos aconselhou a andar com cuidado e sem máquinas à mostra.
lºç

çº

Já não existe. É um descampado cheio de graffittis, onde futuramente se irá construir um parque de estacionamento.
~jkçl

llºç
Em contrapartida, os mapas da cidade assinalam ali próximo o sítio onde será construído um monumento de homenagem - U2 Tower - aos meninos mais queridos da Irlanda.
hkjll

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

MAGIC MOMENTS 134

Killer Quotes 11
kfldçf
"R-E-S-P-E-C-T"

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O ano: 1967
slças
O protagonista:
Aretha Franklin
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A história: Originalmente gravada por Otis Redding, foi Aretha Franklin quem tornou a canção famosa. A letra diz algo parecido com, "a única coisa que te estou a pedir quando chegas a casa é RESPEITO."lkfdsçlsalksl
dkçlasdkkfdçlfsaçlças
Os Efeitos:
Tornou-se uma canção empunhada pelo movimento feminista dos anos 60 e cantada por inúmeras cantoras ao longo dos anos. Aparece sempre em momentos de libertação feminista, por exemplo, em filmes, como a famosa cena de "Bridget Jones", quando ela se despede do patrão mulherengo. Mas não é uma canção nada fácil e só quem tem uma voz que aguente ser puxada, é que consegue chegar lá. Escusado será dizer que ninguém a cantará jamais como a fabulosa Aretha e o seu vozeirão esmagador.
sdklslçlkdsçlkflçfkdçlflf
O significado:
Respeitinho, menino!
kdçls

domingo, 16 de janeiro de 2011

Here I Go Again On My Own

Júpiter, Saturno, Urano e Neptuno VIII
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Macro escamas peixe
dklsçlad
Tinha de agir rapidamente. Se deixasse que Saturno o adormecesse de novo, sabia que jamais acordaria.
Agiu instintivamente. Colocou todos os programas a funcionar a 100%, o arsenal inteiro, com todos os sub-programas também em funcionamento. Nunca puxara tanto pelo seu próprio sistema. Era um risco, mas tinha de o correr. A alternativa era ser eliminado. C. pensou que preferia ficar chalupa a ser eliminado. Ao menos assim talvez conseguisse esquecer-se de uma vez por todas de muita coisa.
Puxou por si próprio até ao último bit. As RCM's comparadas com isto eram viagens de montanha-russa comparadas com o descolar de uma nave espacial. A sua mente começou a ceder, a enfraquecer, a estilhaçar-se. Se conseguisse chegar inteiro ao outro lado daquelas cores assassinas, seria um milagre. Sentiu algo a romper-se literalmente dentro de si. Mas, ao mesmo tempo, conseguia sentir as cores a afastarem-se levemente. Era uma alteração mínima nos tons, mas estava a acontecer. Estava a conseguir proteger-se do ataque colorido de Saturno. O preço que teria de pagar, não queria sequer pensar nele. Sentiu como se os seus neurónios, que já não existiam como neurónios nervosos há 200 anos, estivessem a implodir todos ao mesmo tempo. Depois começou a ver apenas uma única cor a aproximar-se - indigo forte, como uma explosão de recife subaquático.
Pensou nela. Tuesday. Amo-te, Tuesday. Ainda te amo. Nunca deixei de te amar. Até ao fim dos tempos. Until the end of our time ... Tuesday ...
E depois o negro opaco do vazio inundou-lhe a mente.
lfkd
Acordou. Boiava num plasma azulado pululado por microscópicas explosões de luz. Morri e vim parar ao Cemitério Virtual? Estou rodeado de Suzies moribundos?
"O meu nome é Sheila, não é Suzie."
Rodopiou sobre si próprio repentinamente, assustado com o som intenso daquela voz cristalina e líquida, como se a estivesse a ouvir através de uma parede de água. Não viu nada, apenas uma continuação do plasma azulado, mas como se alguém tivesse passado à velocidade da luz pela cor e deixado um rasto nebuloso a pairar, que adensava ainda mais a atmosfera.
"Sheila?"
"O meu nome é Sheila. Sou um avatar de 50ª geração. Onde é que foste desencantar aquela aberração?"
Qual aberração? Saturno? Onde é que ele estava?
"Onde é que estou?"
"No meu castelo. Queres um par de asas? Ou preferes algo mais electrónico? Tens ar de quem precisa dum bom par de asas. Hmmm. Pretas, talvez."
"Não te vejo."
"Pois não. Espera. Estou a decidir como me vais ver. Talvez ... sim ... pode ser. Voilá!"
Diante de si materializou-se um pequeno dragão totalmente azul, com asas recortadas e escamas brilhantes.
"Sheila?"
"Eu mesma. Mas hoje podes-me chamar Selfid."

sábado, 15 de janeiro de 2011

Fetiche #49

Fetiche
Nome masculino > 1. Objecto a que se presta culto por se atribuir poder mágico ou sobrenatural > 2. figurado. aquilo a que se dedica um interesse obssessivo ou irracional > psicologia. objecto gerador de atracção ou excitação sexual compulsiva.
fºçdº~fç
“Very few of us are what we seem.” - Agatha Christie
ldsºd ~

ksçld
[Detectives]
1. Talvez seja das séries e filmes americanos > 2. Talvez a culpa seja do Hill Street Blues e do primeiro detective por quem me apaixonei - LaRue > 3. Talvez seja da arma e dos blasers de cabedal - um homem com arma e blaser de cabedal é tiro e queda para mim > 4. É certamente por estarem do lado certo da lei - sou uma rapariga que gosta de gente que luta pela justiça > 5. Há algo de muito sensual num tipo que anda enfiado num casaco de cabedal, tem licença para usar uma arma de fogo e passa a vida a perseguir criminosos, não sei porquê ... > 6. Prefiro detectives do departamento dos homicídios, são mais sexy > 7. Se pertencerem ao departamento dos homicídios, e ainda por cima perseguirem serial-killers, é ouro sobre azul > 8. Se pertencerem ao departamento de homicídios, perseguirem serial-killers e ainda! forem profilers, epah! aí atinjo o nirvana > 9. É que há algo de extremamente sensual num tipo que consegue perceber tipos maléficos e loucos, entrar-lhes dentro da mente, mas que não é ele próprio maléfico nem louco, não sei exactamente porquê mas garanto que é sensual > 10. Portanto, resumindo, tipo que fale português, americano ou francês (os ingleses ficam de fora porque tanta polidez no paleio não se coaduna), ande de casaco de cabedal, tenha uma pistola ou revólver pendurado no coldre (tem que ter coldre, porque nas calças não é tão sensual, não sei explicar porquê), passe a vida a perseguir altos criminosos, do piorio, especialmente daqueles que matam 50 gajas em 4 meses com requintes de sadismo, e que ainda por cima lhes consiga estudar os modus-operandi e prever como é que os malucos vão actuar, faz parte do meu imaginário de fetiches, ocupando os lugares mais elevados.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

AS PESSOAS DE ANDRÓMEDA

Francisco Sá Carneiro
kldfkd

fçlkdlçf
O nosso JFK

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Macro Secrets 65


çlfkd

Take Your Paw Off ME!


quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

PALAVRAS ESTÚPIDAS 123

MANlfkdsçlf
fjdsklf

çlfds
Are you a MAN, Charlie, or are you a boy?
Well, I guess you'll never grow up, Charlie. You're like Peter Pan, forever frozen in your boyhood. But you have an excuse. Most men I know, don't.
This idea came to me the other day, when a friend of mine told me she had to go cook something for her brother because he was starving.
And it made me think ...
Now, you could ask me - is her brother a 5 year old kid who can't and of course musn't be anywhere near the stove? No ...
Is her brother handicapped in some way, that prevents him from using his arms and hands to make dinner? Again, No ...
Her brother is a grown up Man.
He is not, though, in my opinion, a MAN.
The word that made me start thinking, was "starving".
Did our ancestors, back in the jungle times, when they were starving, wait for somenone to cook them dinner? I don't think so ... They would pick their weapons and go get their dinner.
So how come nowadays a Man feels like a real Man if he doesn't do any of that? A Man is considered a sissy if he likes cooking. At best, he's considered a gourmet or a chef.
The thing is, a MAN, a real MAN makes his own dinner, Charlie, because he is able to provide for himself. That's my point. The sissys wait for it to appear before their eyes, like a miracle.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

MURMURS FROM IRELAND VII

Seagulls
fjdlfk

dfkjdskf
As gaivotas são donas de Dublin.
Nunca vi tanta gaivota numa cidade.
Sorte a minha, que as adoro.
lskdçsl

sds
Podem ser encontradas sobretudo perto do rio Liffey, pairando imponentes sobre as águas, repousando em estátuas e candeeiros ou depenicando pedaços de pão que as pessoas lhes atiram.
dlfçkdsçlf

dlfkdlç
Sem medo, não se afastam, ocupam o seu espaço, habituadas às pessoas e ao seu posto de sentinelas da cidade.
fçdkjçf

dçlfkdsçlf
E Dublin, vista da perspectiva dos olhos de uma gaivota, ganha contornos líricos.
DKLSKÇLD

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

MAGIC MOMENTS 133

Killer Quotes 10
kfldçf
"I have a dream."

dkfjdsk

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O ano: 1963 (28 de Agosto)
slças
O protagonista:
Martin Luther King Jr.

lkçlk skalçks
O Discurso:
Discurso proferido durante a marcha pelo trabalho, em Washington.
lfdkdsçlf
A história: O discurso era um conjunto de rascunhos escritos sem nenhuma versão finalizada, que King foi proferindo. Quando se aproximava do fim, a cantora Mahalia Jackson gritou-lhe de entre a multidão: "Tell them about the dream, Martin!". E foi então que King abandonou os papéis e começou a improvisar no seu estilo pregador que poucos conseguiam imitar.
lkfdsçlsalksl
O contexto:
Nos degraus do Lincoln Memorial, King dirigiu um apelo fortíssimo a uma nação dividida pelo racismo. Estavam presentes cerca de 200.000 pessoas. É inacreditável pensar que há menos de 50 anos (!!!) a América, a terra das oportunidades e dos sonhos, ainda discriminava pessoas de outra cor.
dkçlasdkkfdçlfsaçlças
Os Efeitos:
Tornou-se um discurso lendário, não só pelo que dizia, como também pela forma como era dito e por quem o disse. Foi considerado o discurso americano mais importante do século XX e constituiu um marco de viragem no Movimento Americano de Defesa dos Direitos Cívicos.
lkdsçlkflçfkdçlflf
O significado:
Somos todos de carne, osso e sangue, não importa a cor que tenhamos. Será assim tão difícil de isto entrar em tantas cabeças, porra? ...
dkjlasjd

domingo, 9 de janeiro de 2011

Here I Go Again On My Own

Júpiter, Saturno, Urano e Neptuno VII
dkfsçlf
Macro olho humano
dfjdkslf
Alguns dias mais tarde, a comunicação entre C. e Saturno, como o passara a designar mentalmente, tornara-se suficientemente clara para C. conseguir perceber que estava a lidar com uma entidade gerada no sistema, sem qualquer espécie de contacto com o exterior ou partilhando existência com qualquer outro seu semelhante.
Saturno nascera nas redondezas, algures numa das camadas da cebola do sistema, C. não sabia há quanto tempo porque o "planeta" não tinha noção dessa medida. Pela informação que era possível percepcionar, tratava-se de uma entidade que fora evoluindo lenta mas persistentemente, adicionando conhecimentos, artilhando-se com sistemas que parasitava, como um vírus tecnológico. Percebeu que Saturno nunca tinha encontrado outros semelhantes a si, outros ARLIs, porque era a primeira vez que se deparava com um sistema semelhante ao seu e estava bastante curioso sobre aquilo de que era capaz.
C. foi muito cuidadoso na informação que lhe ia fornecendo. Não referiu nada sobre a Resistência, nem sobre os ARLIs. Disse muito pouco sobre as suas capacidades e as ferramentas de que dispunha e procurou aguçar-lhe o apetite para lhe dar a entender que se o eliminasse "tout court" perderia informação valiosa para a sua evolução. Mas sabia que era apenas uma questão de tempo, até Saturno decidir que já chegava de conversa.
fkldkflç
78 horas depois de ter encontrado o pequeno planeta, apercebeu-se de que havia uma mudança significativa na comunicação que ambos haviam estabelecido. O pequeno organismo multi-colorido estava muito mais agitado do que era costume, os anéis girando em sentidos opostos à sua volta, numa vertigem de matizes que o entonteciam. Algo se passava. Tentou questioná-lo, mas obteve respostas muito evasivas, ainda mais do que era costume. A forma como Saturno comunicava era lenta e pastosa, como se lhe fosse extremamente difícil expressar-se por meio dos símbolos que não faziam parte da sua linguagem, e que C. conseguia perceber tratarem-se de uma espécie de hieroglifos para um sistema de rapidez nano-sónica. Era como se alguém que funcionasse à velocidade da luz, estivesse a tentar comunicar com palavras. Era tão rápida, que adoptar um sistema de símbolos tão arcaico para comunicar tornava-se quase anti-natura. As coisas eram transmitidas aos soluços e C. perdia metade das informações, já de si crípticas.
Subitamente apercebeu-se de que chegara a hora da sua eliminação. E que seria excruciantemente dolorosa. Porque Saturno iria desfazê-lo mentalmente. As cores começaram a aumentar de intensidade até se tornarem insuportáveis de fixar e começarem a magoá-lo tão intensamente, que quase parecia ter recuperado um corpo físico. Sabia que se não fizesse algo rapidamente, enlouqueceria e podia dizer adeus à sua vida artificial de vez.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Fetiche #48

Fetiche
Nome masculino > 1. Objecto a que se presta culto por se atribuir poder mágico ou sobrenatural > 2. figurado. aquilo a que se dedica um interesse obssessivo ou irracional > psicologia. objecto gerador de atracção ou excitação sexual compulsiva.
fºçdº~fç
“Things are not what they seem…Social reality turns out to have many layers of meaning.” P. L. Berger
ldsºd
sa ldç~
ksçld
[Layers]
1. Camadas > 2. De roupas > 3. Adoro o Inverno. por esse motivo > 4. Camisola interior > 5. Camisola > 6. Mais uma camisola > 7. Casaco > 8. Mais um casaco > 9. Gabardine > 10. Cachecóis > 11. Luvas > 12. Meias-collants > 13. Mais meias > 14. Botas > 15. Gorro > 16. Também outras camadas > 17. De significados > 18. De interpretações > 19. De sentidos > 20. De ... > Camadas que se põem e depois tiram > 21. Camadas que escondem > 22. Camadas que revelam > 23. Adoro a sobreposição de roupa, de pensamentos, de emoções > 24. Adoro a mistura de materiais, de sentimentos, de ideias

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

AS PESSOAS DE ANDRÓMEDA

Eusébio

dlkçsld


sdsld

Um Rei humilde

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Macro Secrets 64


çlfkdf

You were damn right ...
I did write several books about you

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

PALAVRAS ESTÚPIDAS 122

Questions, Not Answers
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Charlie, to stop is to die. Literally. And I don't just mean physically, but mentally too.
Movement is the essence of life. At least for me.
So my wish for 2011 is Movement.
I don't need answers, I want questions.
I don't need safety, I want adventure.
I don't need normality, I want oddity.
I don't need a home, I want the world to be my home.
I don't need to find anything, I want to search.
I don't need anyone, I want everyone.
I don't need to know, I want to feel.
I don't need to be someone, I want to try many someones.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

MURMURS FROM IRELAND VI

Bridge Over Troubled Water
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Os dublinenses gostam de pontes. Existe uma infinidade delas de Norte a Sul de Dublin, ou de Leste e Oeste, consoante a perspectiva.
Há-as para todos os gostos.

Antigas
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Modernas
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Idiossincráticas
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Tradicionais
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A fazer lembrar barcos.
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Dedicadas a escritores, como esta, a James Joyce, que convida à serena contemplação.
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As pontes, parecem chamar-nos a fluir, sempre em movimento, entre uma margem e a outra do Liffey, em constante mutação.
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Um pouco como os próprios irlandeses - abertos, simpáticos, dados, mas nunca totalmente fixos numa única emoção, num único pensamento, numa única definição possível.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

MAGIC MOMENTS 132

Killer Quotes 9
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"And so, my fellow Americans, ask not what your country can do for you - ask what you can do for your country."

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O ano: 1961 (20 de Janeiro)
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O protagonista:
John Fitzgerald Kennedy
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O Discurso:
Discurso inaugural, após ter sido eleito Presidente dos EUA
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A história:
Kennedy começou a coleccionar pensamentos e ideias a partir de Novembro de 1960. Procurou sugestões de amigos, adidos e conselheiros, incluindo homens da igreja para as citações bíblicas. Depois fez vários rascunhos, até chegar à versão final.
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O contexto:
Esta é a parte completa do discurso onde a frase se insere, no fim: "Let the word go forth from this time and place, to friend and foe alike, that the torch has been passed to a new generation of Americans - born in this century, tempered by war, disciplined by a hard and bitter peace, proud of our ancient heritage - and unwilling to witness or permit the slow undoing of those human rights to which this nation has always been committed, and to which we are committed today at home and around the world. Let every nation know, whether it wishes us well or ill, that we shall pay any price, bear any burden, meet any hardship, support any friend, oppose any foe to assure the survival and the success of liberty. All this will not be finished in the first 100 days. Nor will it be finished in the first 1,000 days, nor in the life of this administration, nor even perhaps in our lifetime on this planet. But let us begin. Now the trumpet summons us again - not as a call to bear arms, though arms we need - not as a call to battle, though embattled we are - but a call to bear the burden of a long twilight struggle, year in and year out, "rejoicing in hope, patient in tribulation"- a struggle against the common enemies of man: tyranny, poverty, disease and war itself. And so, my fellow Americans, ask not what your country can do for you - ask what you can do for your country . My fellow citizens of the world: ask not what America will do for you, but what together we can do for the freedom of man."
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Os Efeitos:
Tornou-se um dos discursos mais revistos e citados por outros políticos no mundo inteiro. Aliás, Kennedy ficou conhecido também pelos seus muitos outros discursos, sempre com frases-chave muito bem conseguidas e inspiradoras.
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O significado:
Peguem nos vossos rabos, deixem-se de queixas e mãos à obra!
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domingo, 2 de janeiro de 2011

Here I Go Again On My Own

Jupiter, Saturno, Urano e Neptuno VI
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Macro carne
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Para aprender é necessário comunicar. Podia observar, detectar, decompor. Mas a experiência de outras situações semelhantes ensinaram-lhe que perderia muita informação se não comunicasse primeiro. Decomporia o sistema mais tarde, quando tivesse comunicado tudo o que era possível, quando tivesse esgotado a comunicação.
Aproximou-se.
C. viu um enorme planeta Saturno no seu campo de visão. As semelhanças eram quase irónicas. Aqui, neste canto obscuro do sistema, encontrar uma cópia quase idêntica ao planeta que nunca os seus olhos humanos haviam visto a olho nu, mas que a sua memória guardara de livros de astrofísica.
Lembrou-se. Um dos seus assuntos preferidos fora precisamente o espaço. Tinha saudades de observar as estrelas. Pára, pensou. Sentimentos nostálgicos a esta altura do campeonato não, porra! Pensa. Tens que pensar numa solução e rapidamente. A única razão porque ele ainda não te incinerou é porque quer alguma coisa de ti. Joga com isso. O que é que este gajo quererá? E, primeiro que tudo, o que raio é que este gajo é? ARLI não é de certeza absoluta, ou já teria havido algum tipo de comunicação mais clara. Mesmo os ARLIs mais tresloucados mantinham ainda um qualquer tipo de resquício de humanidade que lhes permitia reconhecerem-se uns aos outros. C. encontrara alguns nas suas deambulações prévias no sistema. Como fantasmas abandonados, vagueavam murmurando palavras desconexas ou realizando cálculos complicadíssimos que só faziam sentido nas suas próprias mentes. Mas mantinham aquele tipo de particularidades humanas que fazem com que um ser humano se reconheça noutro de forma quase involuntária.
Com este tipo nada disso existia. Seria alguma entidade componente da defesa do sistema? C. podia jurar que em 200 anos de Resistência nunca haviam encontrado camadas profundas de protecção, mas nada era impossível. Seria um enviado do Krueg? Que bela maneira de acabar … ainda nem sequer tinha começado o contra-ataque e já estava a ser incinerado pela concorrência.
O outro enviou-lhe novamente um discurso hermético.
«((-Ø-))»地獄の再使用
C. nem sequer respondeu. Limitou-se a esperar.
((-Ø-)) resolveu verificar no seu sistema se existia alguma forma de comunicar que tinha aprendido com outras entidades. Descobriu um sistema de símbolos que decidiu experimentar.
«((-Ø-))» :-) :-(
Ok, pensou C. Estamos a ir a algum lado. Respondeu-lhe:
«Jupiter» :-(
«((-Ø-))» :-( ?
«Jupiter» /_/ (Estou preso carago …)
«((-Ø-))» /_/ ?
«Jupiter» // :-( //
Sentiu as cores, de algum modo, parecer que se expandiam em seu redor e sentiu-se mais relaxado. Todas as cores se suavizaram, e só agora percebia porque sentira aquela sensação de prisão – as cores haviam passado de intensamente fluorescentes para nada mais que suaves matizes de um arco-íris desvanecente. Clever …, pensou. Seria tudo apenas psicológico? Se sim, este tipinho guardava surpresas interessantes.
O outro continuou:
«((-Ø-))» :- ?
Não te estou a perceber.
«Jupiter» :- ?
«((-Ø-))» ((-Ø-))
Ahh. Queres um nome.
«Jupiter» Jupiter
«((-Ø-))» Jupiter?
«Jupiter» Jupiter
«((-Ø-))» Jupiter :- ?
Não te estou a perceber … O que é que tu queres agora?
«Jupiter» Jupiter :- ?
«((-Ø-))» Jupiter :- ?
Deixa cá ver …
«Jupiter» Jupiter :-´

sábado, 1 de janeiro de 2011

Fetiche #47

Fetiche
Nome masculino > 1. Objecto a que se presta culto por se atribuir poder mágico ou sobrenatural > 2. figurado. aquilo a que se dedica um interesse obssessivo ou irracional > psicologia. objecto gerador de atracção ou excitação sexual compulsiva.
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“One belongs to New York instantly, one belongs to it as much in five minutes as in five years” - Thomas Wolfe
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[New York]
1. É fetiche > 2. É paixão > 3. É amor > 4. É obssessão > 5. É loucura > 6. É alegria > 7. É entusiasmo > 8. É emoção > 9. É o coração a subir a alturas impressionantes > 10. É o céu mais azul que já vi > 11. É a arquitectura > 12. São os nova-iorquinos > 13. É o trânsito > 14. É o Chrysler e o Empire > 15. Eram as torres ... > 16. É a diversidade de oferta cultural > 17. São as ruas > 18. São os táxis > 19. São as luzes à noite > 20. É sobretudo uma sensação inigualável de estar no Centro do Mundo
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